2005 morreu. Já foi tarde, se quer saber a minha opinião. Sob os olhos dos outros, um ano de muito aprendizado, um ano de mudança, de novas opiniões, desenvolvimento das antigas, de descobrir quem realmente está lá pra você e quem não está. Ano de ficar de novo em pé sobre as próprias pernas, não importa quanto doa. De redescobrir coisas simples e gostar delas. De jogar fora tanta superficialidade, tanta casca, tanta coisa (e gente) rasa. E manter o que se ama, finalmente ter coragem de lutar por isso, to stand up for something.
Sob os meus olhos, adoraria acordar de um dia para o outro e saber de tudo o que sei agora. Saber até um pouco mais, se não for pedir muito. Porque doeu. Demais.
2005 foi bom, mas já foi tarde.
Feliz 2006. Pra mim e pra você.
12.1.06
16.12.05
Presente de Natal
Ganhei o presente de Natal mais incrível. Cheguei em casa e a Tata tinha me mandado uma caixa de Paris. Dentro tinha uma guirlanda de Natal, um monte de bolinhas de Natal e uma caixa de chocolates Neuhaus, pequenos pedacinhos de céu. E um cartão de natal, com coisas lindas escritas, coisas que realmente importam. Não me lembro de ter me sentido tão feliz antes. Nem de alguém ter me visto de uma forma tão clara. Obrigada, Tatazinha. Can't say how happy I am. Prometo que vou montar a árvore de Natal.
Mitigating risks
É incrível até onde podemos chegar para evitar riscos, controlar a vida, ou ter pelo menos a reconfortante situação de acharmos que estamos no controle. No meu caso, mais incrível ainda. Me considero (ou pelo menos tento vender) uma mulher moderna, independente, cosmopolita. Partindo daí, me emputece ver coisas que fiz, no que me tornei pra evitar riscos, pra não virar uma cópia de erros já vistos. O mais engraçado é que foi exatamente o que me tornei. Cara, isso é muito louco. Você tenta fechar as mãos pra conter o que tem lá dentro e as coisas escapam pelos seus dedos, no matter what. O lado bom disso é que as coisas não tão boas escapam. Por mais que doa, depois de algum tempo você enxerga que ter ficado sem elas te faz mais feliz. Que elas te destruíam de alguma forma, te faziam viver uma puta vidinha inercial do caramba. E por mais que não seja necessário virar completamente a mesa e viver como uma porra louca (coisa que a minha mãe temeria profundamente e para a qual ela diria: minha filha, você está perdida...), a que a gente se apega? The future does not matter, what matters is the ride. Preciso inclusive conversar com o Gui sobre isso. Ele é um dos grandes caras, que, como eu, muitas vezes não aproveita porque sempre se preocupa com o futuro. O que ele não vê é que o futuro já chegou pra muita coisa, e ele não se mexeu. Lógico que eu falo dele, mas faço igualzinho. Eu sou ele de calças, como ele mesmo diz... (estou vendo o sorriso dele... ;-). Meu amor, só tenho uma cocisa a te dizer: ride it. Vai curtir. Viver os pequenos e incríveis detalhes que fazem a vida valer a pena. Tomar sol, viajar, comer bem, beber bem, amar alguém, achar que o mundo vai acabar e rir disso, andar de bicicleta, entrar na água, rir que nem criança, chorar que nem uma. Porque no fim das contas, o que realmente importa é o agora. Que nem Visa.
13.12.05
Tá bom, tá bom...
Devido a reclamações kawamúricas, segue mais um post escrito em um momento de mais determinação que inspiração, definitivamente...
Tenho estado afogada em trabalho, o que é bom, mas também ruim. Minha mente não consegue ir além de encontrar os termos certos para este relatório econômico ou aquele manual de instruções. Ainda bem que esses dias a Talita me contou do Sudoku (www.chevrolet.fr - lá tem no canto direito inferior um link pro jogo). É um jogo (de japa, claro - we rule!) que funciona grosseiramente como uma palavra cruzada de números. Já é conhecido em vários países e segundo minha fonte denárdica, a França está numa febre de sudoku. Já tentei fazer piadas com o nome, mas não ficaram muito sonoras. Se alguém tiver alguma, pode contar que eu incorporo ao meu vocabulário. O jogo é interessante. Basicamente consiste em uma grade de 27 quadrados, com alguns números já preenchidos. Você deve preencher os quadrados vazios com números desde que não haja repetições na mesma linha, na mesma coluna e no mesmo quadrado (fica mais fácil visualizando a grade). Interessante. Pra variar, tomei como uma tarefa de honra. Não parei enquanto não terminei. mas terminei, com a sensação de dever cumprido e de estimulação cerebral mínima...
Benzadeus...
O portuga nada de me ligar. Já tô achando toda essa história muito estranha. Bom, de qualquer forma, em janeiro eu já tenho programa por lá mesmo. O máximo que pode acontecer é uma leve mudança de planos, com visitas ao Kawa (ehééé, mano...) e à Liv. Vamos ver como anda a carruagem.
Tenho estado afogada em trabalho, o que é bom, mas também ruim. Minha mente não consegue ir além de encontrar os termos certos para este relatório econômico ou aquele manual de instruções. Ainda bem que esses dias a Talita me contou do Sudoku (www.chevrolet.fr - lá tem no canto direito inferior um link pro jogo). É um jogo (de japa, claro - we rule!) que funciona grosseiramente como uma palavra cruzada de números. Já é conhecido em vários países e segundo minha fonte denárdica, a França está numa febre de sudoku. Já tentei fazer piadas com o nome, mas não ficaram muito sonoras. Se alguém tiver alguma, pode contar que eu incorporo ao meu vocabulário. O jogo é interessante. Basicamente consiste em uma grade de 27 quadrados, com alguns números já preenchidos. Você deve preencher os quadrados vazios com números desde que não haja repetições na mesma linha, na mesma coluna e no mesmo quadrado (fica mais fácil visualizando a grade). Interessante. Pra variar, tomei como uma tarefa de honra. Não parei enquanto não terminei. mas terminei, com a sensação de dever cumprido e de estimulação cerebral mínima...
Benzadeus...
O portuga nada de me ligar. Já tô achando toda essa história muito estranha. Bom, de qualquer forma, em janeiro eu já tenho programa por lá mesmo. O máximo que pode acontecer é uma leve mudança de planos, com visitas ao Kawa (ehééé, mano...) e à Liv. Vamos ver como anda a carruagem.
21.11.05
Marasmo de filmes
Trabalhei a noite inteira. Tô moída. Aí resolvi desencanar um pouquinho, fazer nada...
Querida ver um filminho. Mas eu tô véri de sacocheio dos meus. E a preguiça se apossa do meu ser... UM ESCRAVINHO PRA IR BUSCAR UM FILME PRA MIM, POR FAVOOOOOR!
Querida ver um filminho. Mas eu tô véri de sacocheio dos meus. E a preguiça se apossa do meu ser... UM ESCRAVINHO PRA IR BUSCAR UM FILME PRA MIM, POR FAVOOOOOR!
16.11.05
Agoniiiiiiiia
Socoooooooooorrro!!!!!!
Estou que nem criança mimada, fazendo bico e motinho....
Muito trabalho, muita responsa, muito stress, muita expectativa. E enquanto eu não assinar esse maldito contrato, não sossego. Meu! E ainda me ligam da hebraica pra me dar bronquinha porque eu não fui ao ensaio. Dá vontade de dizer: daaaaaaaahling, vem você aqui trampar que eu vou cantar linda de graça pra marmanjo...
Humpf!
Estou que nem criança mimada, fazendo bico e motinho....
Muito trabalho, muita responsa, muito stress, muita expectativa. E enquanto eu não assinar esse maldito contrato, não sossego. Meu! E ainda me ligam da hebraica pra me dar bronquinha porque eu não fui ao ensaio. Dá vontade de dizer: daaaaaaaahling, vem você aqui trampar que eu vou cantar linda de graça pra marmanjo...
Humpf!
13.11.05
Sobre o DELÚVIO de trabalho
(No fone, Dave Matthews, Say goodbye.) E viva a Sennheiser.
Quando se é freelancer, é normal passar por ondas de trabalho e ondas de sossego. Eu, particularmente, nunca fui muito de gostar de sossego, então fico feliz quando tenho trabalho. É uma fuga saudável (desde que seja por períodos curtos), porque coloca dinheiro na conta, evita que você fique pensando besteira, traz realização, senso de utilidade, várias coisas interessantes.
Mas como diria o Kawamura, MEUDEUDUCÉU! Tô trabalhando que nem uma desvairada há umas duas semanas. A onde de trabalho chegou de mansinho e agora estou afogada em meio a um milhão de coisas, não paro pra nada, não saio de casa. Jesus! Todo dia tem webconference, entrega de lotes, uma loucura. Crazy, crazy.
Meus ombros não sabem mais o que é relaxamento. Preciso arrumar um massagista, um japonês que faça shiatsu, qualquer coisa. Na verdade acho que vou começar a malhar animal por um mês, pelo menos. Assim já vol to ao pique de malhação e dou uma reforçada na minha musculatura, senão ela pede arrego. Daqui a pouco eu pareço o Horácio da Turma da Mônica, de tão tensa que eu vou ficar e os meus bracinhos vão ficando curtinhos.... Só falta pintar de verde (porque o cabeçao eu já tenho, já sei, Kawa.... Saudação cabeça pra você também...)
Enfim, é bom não ter tempo pra se preocupar, mas é ruim porque sempre há coisas com as quais TEMOS que nos preocupar. Não tem muito jeito. E nessa nóia, eu não tenho tempo pra nada, nem pra me preocupar. Preciso contratar alguém... hehehe
Quando se é freelancer, é normal passar por ondas de trabalho e ondas de sossego. Eu, particularmente, nunca fui muito de gostar de sossego, então fico feliz quando tenho trabalho. É uma fuga saudável (desde que seja por períodos curtos), porque coloca dinheiro na conta, evita que você fique pensando besteira, traz realização, senso de utilidade, várias coisas interessantes.
Mas como diria o Kawamura, MEUDEUDUCÉU! Tô trabalhando que nem uma desvairada há umas duas semanas. A onde de trabalho chegou de mansinho e agora estou afogada em meio a um milhão de coisas, não paro pra nada, não saio de casa. Jesus! Todo dia tem webconference, entrega de lotes, uma loucura. Crazy, crazy.
Meus ombros não sabem mais o que é relaxamento. Preciso arrumar um massagista, um japonês que faça shiatsu, qualquer coisa. Na verdade acho que vou começar a malhar animal por um mês, pelo menos. Assim já vol to ao pique de malhação e dou uma reforçada na minha musculatura, senão ela pede arrego. Daqui a pouco eu pareço o Horácio da Turma da Mônica, de tão tensa que eu vou ficar e os meus bracinhos vão ficando curtinhos.... Só falta pintar de verde (porque o cabeçao eu já tenho, já sei, Kawa.... Saudação cabeça pra você também...)
Enfim, é bom não ter tempo pra se preocupar, mas é ruim porque sempre há coisas com as quais TEMOS que nos preocupar. Não tem muito jeito. E nessa nóia, eu não tenho tempo pra nada, nem pra me preocupar. Preciso contratar alguém... hehehe
5.11.05
As pessoas cara de pau
Incrível como certas pessoas são cara de pau. O lado bom disso é que sempre podemos ser surpreendidos pelas atitudes alheias. O ruim que é nos decepcionamos com as pessoas, aí acreditamos que as coisas podem mudar, just to be proved wrong. IMPRESSIONANTE...
2.11.05
Lavagens cerebrais
Estava pensando sobre pessoas que "sofrem lavagens cerebrais" e por isso quero dizer pessoas que aparentemente são normais e de uma hora para a outra, "bam!" mudam totalmente de atitude. Entendo que algumas situações na vida nos façam reavaliar o que passamos, que haja traumas relativamente grandes e difíceis de se superar, mas nada justifica uma mudança de teor na personalidade de alguém a ponto de a pessoa ficar irreconhecível.
É, e depois dizem que é o amor... ahã...
É, e depois dizem que é o amor... ahã...
31.10.05
Antecipação
MEEEEEEEUUU!! Não aguento mais a antecipação. Essa coisa que não vai logo pra frente, que não chega logo e diz: pronto, decidido. Vai. Fica. Não interessa.
Hoje eu tive um dia horroroso, cheio de ansiedade, dormindo pra ver se esqueço, comendo além da conta. Pelo menos comi coisas pouco engordativas... mas estou de abobrinha até a tampa. hehehe
Ontem uma coisa muito triste me aconteceu. Triste do ponto de vista de ver que ainda há pessoas sem a menor noção, sem respeito pelo outro, que acreditam que mulheres são seres indefesos ou ainda que estão à mercê dos homens. Lastimável, realmente.
Hoje eu tive um dia horroroso, cheio de ansiedade, dormindo pra ver se esqueço, comendo além da conta. Pelo menos comi coisas pouco engordativas... mas estou de abobrinha até a tampa. hehehe
Ontem uma coisa muito triste me aconteceu. Triste do ponto de vista de ver que ainda há pessoas sem a menor noção, sem respeito pelo outro, que acreditam que mulheres são seres indefesos ou ainda que estão à mercê dos homens. Lastimável, realmente.
Assinar:
Comentários (Atom)